Olha o que já passou por aqui!

postado por Cinthya Rachel às 19:39
24
mar

Chegaram os móveis, lalalallaaaa, eu tenho estanteeeee, meu fogão tá no lugarrrrr, e a máquina de lavar… Bem, não vamos falar da máquina de lavar, né? Fica pra próxima, rs.

 





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postado por Cinthya Rachel às 20:39
12
mar

Hoje estava conversando com um amigo sobre a vida e o fluxo misterioso que comanda isso tudo aqui.

A vida tem muitos lados, ângulos, cores e direções, mas sempre acho que tem uma questão que se destaca. Ela, a vida, tem um lado muito, muito, muito, incrivelmente chato e maçante e um outro lado leve e gostoso.

O chato todo mundo conhece, é aquele dia-a-dia, a reunião do condomínio, a ida ao dentista, cair de bunda no chão no meio da rua, o chefe chato, o trabalho que não valoriza o seu potencial, aquele bando de gente preocupada com coisas que não fazem sentido e diferença, a fila no banco, o cliente que não paga, o pelo encravado. É o pálpavel, o que a gente faz para sobreviver, ganhar o pão, resolver as mesquinharias que são próprias do mundo material, e adivinhe só, a gente mora em um. Então são coisas que às vezes nem fazem diferença no todo da vida, no sentido de estar aqui, na sua melhora como ser humano, que São Pedro nem vai ler no nosso relatório, mas que temos que passar pois estamos nesse planetinha.

E tem o outro lado, o leve, o da brisa, o da praia, o do sorriso, o andar de mão dada, do filme delícia, da música que te emociona, a criança que gargalha, o vinho que combina com a comida, o céu azul, o dormir 8 horas, uma flor desabrochando, a festa da melhor amiga, aquela pessoa com quem podemos ficar horas em silêncio, o olhar no olho, a preguicinha de uma tarde quente, o edredom no inverno, o sexo, o respirar livremente, o beijo na boca de quem a gente gosta, aquela borboleta no estômago.

Aqui a gente aprende por contraste, talvez a gente não desse tanto valor ao leve se não conhecesse o pesado. O pesado ta aí, faz parte da vida, mas ele é o que é, não precisa colocar peso extra em tudo isso aí. O meu Deus vai me perguntar no final: e aí, se divertiu? Espero que o seu Deus seja assim também <3

 





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postado por Cinthya Rachel às 10:03
12
fev

Vocês devem ter notado que dei uma sumidinha, né?

Mas o motivo é bom, é muuuuito bom.

Deixo vocês com os dois vídeos que fiz contando as novidades.

Beijos!

PS: não tô triste no fim do último, tô emocionada, hahahahah <3

 





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postado por Cinthya Rachel às 10:20
14
jan

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Tenho visto por aí uma febre, mais que uma febre, praticamente uma epidemia. Blogs, posts, fanpage, instagram, todo mundo louvando a barriga negativa. Barriga negativa é aquela barriga que nem existe, tá ali, quase que pra dentro, fazendo um côncavo no seu corpo. Já digo logo que não sou nada contra a fazer exercícios, ir à academia, comer de modo saudável, cada um tira foto do que quiser, se você não gosta de ver 73569345 fotos de academia no Insta da menina é só parar de seguir. O que incomoda é o exagero, é o nunca sair da dieta, é o só malhar, é o só pensar nisso. Mas prosseguindo…

Eu sempre quis ter uma barriga negativa. Sempre. Sim, sou magra, aliás, já pesei menos 10, 12 kg com essa mesma altura que tenho hoje, e adivinhem? Nem assim eu tinha barriga negativa. Minha barriguinha sempre dobrou quando sentei, hoje ela dobra mais do que antes, fato. Já me incomodei com isso? Sim, às vezes mais outras menos, depende do dia, depende do humor, depende da conjunção dos astros. A verdade é que meu corpo tem uma estrutura X, e eu só conseguiria deixar minha barriga assim se eu nascesse de novo, se perdesse 15 kg (e ia ficar com cara de doente) e ainda fizesse uma lipo, ou se fizesse uma dieta mega profissa e malhasse mil horas por dia. E bem, não pretendo trabalhar com nenhuma dessas opções. Nada contra quem quiser fazer isso, mas faça com acompanhamento, de um jeito saudável, equilibrado, não fique bitolada, paranoica.

Minha alimentação não é trash, não gosto de junkie food, ou de comer fritura todo dia, caminho muito, como bem menos do que quando eu tinha 25 anos (uma saudade, meu metabolismo daquela época *suspiro), mas a questão é que eu nunca vou ter uma barriga tanquinho e negativa se não abrir mão do choppinho com os amigos, da coxinha na TPM (e fora da TPM também), do brigadeiro na festinha de criança, se não arrumar tempo para pegar pesado na malhação.

Então meus amigos e minhas amigas, o lance é eu aceitar e amar minha barriguinha, meu muffin top, minha bordinha de catupiry, meu provolonezinho, até porque eu não vou abrir mão da conversa que vem com o chopp, do sorriso que vem com o brigadeiro, e do catchup que vem com a coxinha, rs. Barriga positiva, vida positiva, sorriso no rosto, e garanto pra vocês que até hoje nenhum namorado reclamou das minhas sobrinhas, rs.

**pensei muuuuuuito antes de colocar essa foto aqui, até porque sou contra exposição excessiva e é o que mais tenho visto no insta por aí, mas como esse é um post afirmativo, de aceitação, de provolone e de amor, então achei que seria um bom complemento ao texto.





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