Olha o que já passou por aqui!

postado por Cinthya Rachel às 22:51
16
jul

 

Vocês lembram que falei AQUI um pouquinho dos meus 35 anos? Da vontade louca de jogar fora tudo o que está no armário? Então, não passou, rs. Ontem estava em surto psicótico e resolvi fazer mais uma limpa. E acreditem, eu nem tenho tanta roupa assim, quando compro algo novo eu normalmente dou outra peça que está no armário, tem 5 anos que não compro calça jeans e casaco, eu costumo usar bem tudo o que tenho.

Aproveitei o surto D. Dita em plena 22:30 e lá fui eu cavucar, dobrar as malhas novas (comprei na promoção numa feira de malhas) e tirar as antigas, aí olhei feio para as camisetas e tirei mais algumas, enchi uma sacolona. Hoje passei o dia na rua pensando no armário, quando cheguei em casa eu continuei com a limpa. Fui para as camisetas coloridas, depois para as calças, dispensei as que não fecham mais na pança e/ou que não tem mais minha cara, passei para os vestidos, lá foi mais um tanto de coisa e outra sacola cheia. Prevejo gaveta de lingeries amanhã.

Mas a questão é que eu olho para o que sobrou e adivinhem? Mesmo assim tem coisa que eu não quero usar :( Sim, estou me sentindo uma criança mimada falando que não quer mais brincar, mas é muito louca essa sensação. Uma vontade de só ficar com duas calças, 3 camisas, 1 casaco e fim.

Estou pensando em dar um tempinho, esperar mais um mês e ver se realmente não quero o que está no armário e aí pensar em uma estratégia de refazer esse estilo com calma, com economia e de um modo que me deixe contente.

Alguém já passou por essa pira? Me ajudem, por favor, rs!





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postado por Cinthya Rachel às 20:04
10
ago

Ouço muito a frase do título em tom de brincadeira e eu mesma muitas vezes me auto sacaneio com ela. Ter feito o castelo foi algo maravilhoso, fazer parte da infância de alguém é muito especial. Sei que quando as pessoas me vêm pessoalmente elas podem ficar chocadas, afinal lá se foram 20 anos, tenho 34, sou uma mulher, com opinião, desejos, vontade, que beija na boca, que fala palavrão e toma um drink. Só não vou ao banheiro, porque meninas não fazem cocô, e todos sabem disso. Ah, nem tem bafo quando acordo, “igual que nem” as novelas.

Eu sempre dou risada quando alguém me conhece e depois de um tempo vê que eu cresci e comenta em tom de brincadeira: você não pode falar palavrão, assim acaba com minha infância. Essa imagem do castelo é algo muito forte e eu respeito isso. Sempre escolhi trabalhos bacanas depois dele, sempre tomo cuidado com o que falo, com os programas que participo, em como me comporto em lugares públicos, em respeito às pessoas e a mim mesma.

Mas aí hoje recebo um comentário em relação ao vídeo que fiz falando sobre os 20 anos do castelo, que muito da magia fica por conta de quem assistiu ao programa. A pessoa ficou indignada, que se sentiu boba por ter assistido e gostado tanto do programa na infância, que não gostou de eu ter falado que foi um trabalho. Cara, foi um trabalho maravilhoso, onde conheci pessoas incríveis, aprendi muito e pude fazer parte da infância de tanta gente, mas foi um trabalho. Qual a dificuldade de entender isso? A mágica que aparecia na TV, aquele universo que encantou todo mundo, foi feito a custa de muito trabalho, a gente gravava todo dia, repetia cenas infinitas vezes num estúdio que fazia 45 graus, e fazia tudo isso com muito carinho para que quem assistisse ficasse feliz. Sei que TV parece puro glamour, mas oh, é trabalho mesmo. Um trabalho que dá um prazer incrível, fazer parte de um projeto desses é algo único da vida mas a magia fica por conta de quem assiste, essa é a natureza do trabalho em TV, cinema, teatro.

Eu ia pedir desculpas por a menina ter se sentido assim, mas sabe, ela teve tardes felizes vivendo a magia do programa e se ela não pode lidar com o fato de que para os atores foi um trabalho, bem, eu não posso fazer nada. Eu não sou responsável pelo o que ela sente ou por ela ter ficado ofendida com o mundo real. A vida não é um grande toddynho gelado ou o nosso próprio umbigo. A gente não tem que viver para suprir as expectativas do outro, mas sim as nossas. Não dá pra pedir desculpas por ser sincero e ser quem se é.

Vamos viver a vida leves, porém com o pé no chão.

Beijos!

Biba, ops, Cinthya Rachel.





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postado por Cinthya Rachel às 18:58
07
ago

E não é que eu fui na exposição e gravei tudinho pra vocês? Fui em um dia fechado para o público, dar uma entrevista pra MTV, aproveitei pra rever tudo, gravar e contar umas histórias para vocês. Divirtam-se!





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postado por Cinthya Rachel às 14:34
30
mar

Toda vez que uso batom vermelho eu lembro da minha vó falando pra minha mãe: passa um batonzinho antes de sair, filha. E o “batonzinho” era um vermelho escândalo, rs. Essa era a minha vó. Eu escolho o vermelho por motivos aleatórios, em dias cinza, quando estou com cara de cansada, quando quero me sentir bem, quando estou feliz.

Você passa batom vermelho quando tem um encontro? Será que ele vai te beijar com batom vermelho? Será que ele se atreve? Um homem que se arrisca a ficar com a boca manchada é porque está com muita vontade de te beijar. E eu bem lembro “dele” que nem ligou pra esses detalhes. Esses são os inesquecíveis ;)

Batom 330 de O Boticário.

Brinco Ebay, não faço a mais remota ideia do vendedor, hahahah, custou 6 dólares e demorou 3 meses pra chegar, zzzz.

Camisa Calvin Klein

E na estante de fundo (muita gente perguntou de onde era, é da Etna) vou escolher um livro pra indicar, que tá ali do lado esquerdo, de cabeça pra baixo, o Leite Derramado, do Chico Buarque. Tem resenha dele AQUI no blog.





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