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E aí? O que você vai fazer hoje às 13:30? Que tal ligar na Gazeta e se divertir comigo num programa de culinária gostoso, com receitas práticas e rápidas? Tô te esperando!
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Vi essa entrevista faz um tempo, foi enviada por um amigo que amo muito, e hoje “sem querer” achei o link de novo. Aproveitem esse feriado preguiçoso para assistirem esse vídeo com o pesquisador Robert Happe, e descubra que o jogo é o Amor!
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Estou eu na linha amarela do metrô. Entra uma menina, comum. Ela senta num banco próximo ao meu e coloca a sua enorme bolsa rosa no colo. Começa a vasculhar, e entre papéis, livros, casaco, ela acha o celular.
O trem para na próxima estação, e enquanto ela se prepara para discar entra um rapaz. Também comum. Ele caminha com passos certeiros em direção a ela. Quando ela levanta a cabeça os olhos brilham. Deixou de ser comum. Deixou de ser apenas mais uma menina.
Ela diz que estava ligando pra ele. Os olhos dele também brilham, se beijam, conversam, se tocam. Ele fica em pé. Tira a mochila que está nas costas e eu penso: ele vai dar a mochila pra ela segurar. Dito e feito, tirou a mochila e colocou no colo dela, mas ele para para fazer mais um carinho no rosto.
Com muita calma ele abre a pequena mochila que está quase vazia e tenta colocar a bolsa dela, enorme. Impossível, eu penso. Ele resoluto, concentrado, empurra, amassa, tira de novo, coloca de novo. Não reclama nem por um segundo, não se irrita, apenas prossegue.
As mãos dela também ajudam, parece que não é a primeira vez que fazem isso. Depois de uma pequena luta inglória, finalmente a bolsa da menina, que não é mais comum, está na mochila do rapaz, que também não é mais comum.
Ele, com um rosto muito calmo, com cara de missão cumprida, coloca a mochila novamente nas costas. Se tocam com suavidade. Ela sorri.
E aquilo tudo é tão bonito, tão certo, tão simples.
O trem para novamente, é a estação deles. Ela levanta, ele a espera e vão levando junto aquele amor. Eu discretamente enxugo uma lágrima.
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Vocês já viram que tem um site que mostra fotos do que as pessoas levariam de casa em caso de um incêndio? É esse AQUI e vale a pena a visita. É muito interessante ver que a maior parte das coisas tem mais apelo emocional do que capitalista, rs. Aí comecei a fazer minha lista mental e achei que fosse ser fácil. Eu pensei:
-Passaporte: por motivos de apego aos carimbos, rs.
-Ursinho: me julguem mas eu gosto dele e ele dorme comigo.
-Ipad: meu brinquedinho de escrever e companheiro das noites sem sono.
-Documentos e bolsa: pra não ter que ir ao Poupa Tempo (ai que prática) e adoro uma das minhas bolsas.
-Meu livro do Paulo Leminski: quase impossível achar outro pra comprar.
-Meus diários: pra analisar as mudanças na minha vida…
E… Só!
Pensei em alguma roupa que eu gosto, num sapato bonito, numa maquiagem especial, tem aquela calça jeans que me deixa com o bumbum lindo bem, meus trent coats que sou viciada, o sapato perfeito, o batom que adoro, a máquina fotográfica mega ninja, mas não me vi salvando essas coisas. Tudo o que eu pensava eu sabia que podia comprar outro, ou que no fundo não ia me fazer falta, e isso que num primeiro momento me causou espanto, depois me deixou leve. São só coisas. Claro que o que eu salvaria ali na lista acima também são coisas, mas todas elas tem um apelo emocional pra mim por N motivos. Foi bom fazer exercício mental e saber que posso sair, fechar a porta e deixar o peso pra trás, levando só o que vai dentro. <3





















