Olha o que já passou por aqui!

postado por Cinthya Rachel às 18:05
27
jul

Eu e o crochê não nos entendemos.

Mas fuçando aqui, olhando um site lá, vendo uma revista ali, tenho me arriscado.

Estou fazendo um pontinho bem simples, nem sei se ele tem nome, são apenas 3 pontos altos juntos, 2 correntes, 3 pontos altos juntos, e para subir 3 correntinhas.

Acho que vai virar uma faixa de cabelo.

Ah, hoje chegou minha encomenda da Aslan, 15 novelos, e 2 pares de agulha, aí saí toda animadinha pra comprar umas revistinhas de tricô para ver achava algum casaquinho de tamanho médio, com um transpasse na frente. Comprei algumas revistas que achei a capa interessante. Em uma delas tem até alguma coisa aproveitável, uns bolerinhos simpáticos, uns pontinhos diferentes, mas na outra: Pânico, Medo, Terror.
Gostaria de saber onde as pessoas se inspiram para fazer esses modelos….
Bem diferente das revistas japonesas…



Nas categorias: crochê eu e mim mesma tricô


postado por Cinthya Rachel às 23:57
24
jul

Secreto porque nem eu mesma sei se vai dar certo, rsrs
Seguinte, eu queria fazer uma peça de tricô pra mim, mas não achava a receita de nenhum jeito, então resolvi inventar.
Logo eu que só sabia fazer cachecol até um tempo atrás, mas eu sou doida assim mesmo, o máximo que pode acontecer é ter que desmanchar, não é?
Está 3/4 concluída, mas quando terminar não sei como vou mostrar pra vocês, eu estou sem máquina! Mas dou um jeito.
Andei fuçando em blogs de tricô pelo mundo virtual e achei umas fotos (não me perguntem onde, sou relapsa) de uns modelos de tricô de revista japonesa, e como são mais “simpáticos” que os nossos, né? Notei que eles também se preocupam bastante com a modelagem, fazendo peças mais ajustadas ao corpo, mais femininas. Aqui dificilmente se acha uma receita assim.
Bom, voltando ao assunto da postagem, alguém se arrisca a palpitar o que é?
É uma coisinha bem básica, se for no tamanho P usa-se mais ou menos 2 novelos da sedificada, tem alguns aumentos, troca de agulha…
Algum palpite?



Nas categorias: eu e mim mesma tricô


postado por Cinthya Rachel às 20:04
23
jul

Quem visita meu blog deve me achar muito estranha….

Como assim essa menina escreve crônicas, dicas de tricô, receitas, fala da vida dela, coloca fotos que ela mesma tirou, recomenda livros…

Pois é, eu sou assim. Doida mesmo.

Eu gosto de tudo ao mesmo tempo agora.

Tenho muitos interesses. Um diferente do outro.

Sou formada em jornalismo e sou apresentadora, ah, também tenho formação de atriz, mas também poderia ter sido decoradora, arquiteta, fotógrafa, cientista, química, arqueóloga.

Acho que todas nós mulheres temos muitas dentro da gente.

O difícil às vezes é saber com qual delas a gente acordou hoje…






postado por Cinthya Rachel às 17:48
21
jul

Aprendi a fazer tricô sozinha. Quer dizer, minha vó me ensinou um ponto básico e só. Depois de anos quando fui pegar na agulha eu percebi que eu não sabia como começava, terminava, como virava, mas não sei como, dei um jeito e consegui fazer meu primeiro cachecol. E hoje com a ajuda da internet tenho tentado me especializar.

Agora o crochê. Eu e essa agulhazinha não nos entendemos. Olhei em vários sites, vejo os pontos básicos e nada. Mas eu tenho a convicção de que se eu segurar um objeto muito tempo eu vou aprender como se faz. Eu tenho a convicção de que se eu segurar a agulha e linha toda noite de um jeito ou de outro eu vou conseguir aprender por osmose, através da memoria coletiva da agulha, que eu acredito piamente que ela tenha trazido da fábrica onde ela foi feita, ou nos meus pensamentos de Alice, no país em que ela nasceu rodeada de pequenos dedais e lãs fofinhas.

E eu tenho feito isso toda noite. Me recosto na cama, me cubro, pego a agulha e a lã, e por alguns segundos nos divertimos e parece que tudo vai dar certo. Mas depois de um tempo a agulha começa a rir da minha cara e tudo se perde.

E hoje o milagre se deu. Ohhhhhhhhhhhh, as portas do céu se abriram e eu fiz o meu primeiro ponto! Tá certo que tá torto, mas é meu e eu aprendi sozinha. Ok, ok, andei fuçando em vários sites mas mesmo assim eu não conseguia. E de repente….

Viva a osmose!

(publicado originalmente no dia 22/06/07)