postado por Cinthya Rachel às 10:03
09
nov

Olhei, gostei do nome, li a contracapa, levei pra casa. Leitura gostosa, uma história que vai se revelando aos poucos e apesar de improvável soa verossímel nas palavras da autora. Só Deus sabe o porque eu demorei tanto pra terminar, eu li um capítulo por vez, bem  lentamente. O que mais gostei foi da construção psicológica dos personagens e do subtexto que permeia todas as atitudes dos mesmos, tem uma sutileza no revelar dos pensamentos que talvez um leitor mais desatento não capte.

Resenha Saraiva:

Vencedor do britânico National Book Award na categoria de melhor livro de estreia e finalista do prestigiado Man Booker Prize, A improvável jornada de Harold Fry, de Rachel Joyce, tem como temas centrais os sentimentos de amor, amizade e arrependimento. A autora conta a história do aposentado Harold Fry que numa manhã de sol sai de casa para colocar uma carta no correio, sem imaginar que estava começando uma jornada não planejada até o outro lado da Inglaterra. Ao receber uma carta de Queenie Hennessy, uma velha amiga com quem não tem contato há décadas, Harold Fry descobre que ela está em uma casa de saúde, sucumbindo ao câncer. Então, escreve uma resposta rápida e, deixando sua mulher com seus afazeres, vai até a caixa postal mais próxima. No caminho, tem um encontro casual que o convence de que ele deve entregar sua mensagem para Queenie pessoalmente. E assim começa a peregrinação improvável de Harold Fry.Determinado a andar 600 milhas de Kingsbridge à Berwick-upon-Tweed, acredita que enquanto caminhar, a amiga estará viva. Ao longo do caminho, ele encontra personagens fascinantes, que o trazem de volta memórias adormecidas: sua primeira dança com a mulher Maureen, o dia do seu casamento, a alegria da paternidade. Todos os resquícios do passado vêm correndo de volta para ele, permitindo-lhe conciliar as perdas e os arrependimentos.

 




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