abr
Acontece um fato curioso na vida, desde que a gente nasce as pessoas nos colocam rótulos.
-Esse menino é muito chorão / bonzinho / dorminhoco / educado / desobediente!
-Essa menina é preguiçosa / bagunceira / vaidosa / desleixada / impaciente!
Você cresce e a história continua, sua mãe diz que você é nervosa, seu marido diz que você é chata, seu chefe fala que você é incompetente, e sem perceber você vai incorporando esses rótulos na sua alma, vai se diminuindo, encolhendo, vai assumindo esses carimbos, acredita nisso e vai se tornando não aquilo que você nasceu pra ser, mas aquilo que os outros enxergam em você.
Seja quem você nasceu para ser, um ser iluminado, equilibrado, um facilitador dos encontros e aprendizados.
Não acredite nem por um segundo em quem te diminui, em quem te dificulta o caminho, em quem te bloqueia o sol.
22 de novembro de 2012 às 17:43
Raquel, obrigada <3
22 de novembro de 2012 às 17:01
Amei o post ! Já te falei para escrever um livro de contos/crônicas ou coisa do tipo !!! Segue meu conselho, por favor ! rsrsrsrs. Vc consegue falar fundo no coração … às vezes os textos parecem que são escritos para gente, especificamente !!! E vc usa palavras tão simples e consegue transformar gestos tão corriqueiros em grandes lições … Adoro vc e todas as suas dicas. Bj.
9 de maio de 2012 às 17:39
Achei tudo de bom esse texto,vou repassar tem mta gente precisando bjus
30 de abril de 2012 às 09:23
Aline, td bem? Infelizmente td comentário postado em qq site fica aparecendo no Google, rs. Um beijo
29 de abril de 2012 às 18:05
Oi cinthya, deixei um comentario aqui e fica aparecendo no google, queria saber se tem como vc bloquear ou apagar por gentileza, pois não queria que aparecesse, como não tenho seu email, vou deixar o meu aqui para poder te mandar qual é o comentario! Desde já agradeço viu!
aline00andrade@hotmail.com
25 de abril de 2012 às 12:52
Cynthia. O que dizer desse texto maravilhoso? Puxa, minha vida sempre foi assim: essa menina é avoada, estabanada, nunca vai conseguir nada na vida. E ouvir isso da família, dói.
Acho que eu sempre ignorei um pouco esses rótulos e mentalizei o quanto eu era merecedora, que eu tinha nascido pra ser feliz. Eu sempre acreditei em mim, cresci, tenho minha vida, marido que amo, meu dinheirinho suado, e sou muito feliz.
Um beijão.
24 de abril de 2012 às 19:44
Aline, que bom que vc gostou! seja feliz, beijos
24 de abril de 2012 às 19:24
Nossa Cinthya, até me emocionei aqui, me sinto muito assim nos últimos anos, sem poder ser eu mesma! Acreditei ser aquilo que as pessoas diziam de mim, agora estou tentando acordar! Amei seu texto, vc é inteligentíssima, parabéns!!
24 de abril de 2012 às 18:20
Rapha, que LINDO, fiquei emocionada! Obrigada mesmo! Bjos
24 de abril de 2012 às 18:16
Thaís, fico feliz! Bj
24 de abril de 2012 às 16:11
Sempre visito o blog mas nunca tive coragem de comentar até agora, gostei muito do post pois, desde que me entendo por gente sofro com esses rótulos que na maioria das vezes foram criados pela minha família. Se eu falar que nada disso me afetou, estarei mentindo,porém percebi que não sou tão lixo o quanto eu pensava que era e isso me fez um bem danado!
Hoje em dia vivo mais tranquila e feliz pq eu aprendi a me valorizar e ver como eu consigo fazer/ser quase tudo que eu quero!
Adorei o texto, significou muito pra mim!
23 de abril de 2012 às 23:14
Mamãe disse uma vez que tenho coração de pedra, por não sentir dó das pessoas… Não é que não tenho dó, mas não gosto de pessoas que se lamentam. Se alguém chega em mim e diz: Ai como estou feia. Eu não vou discordar para animar, tipo: “Imagiiiiiina, você está linda”.. Eu simplesmente digo: Para com isso e se valoriza.
Eu sou amorosa, carinhosa, mas não suporto pessoa que se coloca para baixo.
Beijokas
Carla
@MaosLindas
23 de abril de 2012 às 22:55
Amei!!
23 de abril de 2012 às 22:51
Olha, Cinthya,
O rótulo que eu considero mais apropriado para uma pessoa como você é… fantástica. Desde de que eu comecei a ler o seu blog, agora site, eu já mudei tanta coisa em mim. Para melhor, diga-se de passagem. É verdadeiramente impressionante sua capacidade de escrever com tanta fluidez, humor e charme. Despretensiosamente. Suas palavras reverberam de forma muito positiva em nós, leitores assíduos dos seus Pensamentos Insanos.
Nem tão insanos assim…
Parabéns por ser uma jovem tão incrível!
Rapha.
23 de abril de 2012 às 20:47
Laura <3
23 de abril de 2012 às 20:43
Andrea, tia!!!! Hahahha bj
23 de abril de 2012 às 20:43
Ana Claudia! Q bom q te tocou, q sirva de mola pra vc! Bj
23 de abril de 2012 às 20:43
Tracy <3
23 de abril de 2012 às 20:42
Mkchele, tb tento pensar assim. Bj
23 de abril de 2012 às 20:41
Natali, estamos juntas no caminho! Bj
23 de abril de 2012 às 20:40
Cah, q legal veer a visão de uma psicóloga! Bj
23 de abril de 2012 às 20:38
Diane, q bom, vamos juntas! Bj
23 de abril de 2012 às 20:30
Nossa, Cinthya! Fiquei extremamente emocionada ao ler esse post… Incrível como vc conseguiu transpor em letras escritas o q ando sentindo! É isso msm!!! Até colei no Face – te dando os créditos, claro! – para q outras pessoas, q não conheçam seu ótimo blog, tenham acesso a tão lindas palavras… bjão e continue a nadar!!! hehe
23 de abril de 2012 às 16:39
Como esses rótulos ficam fixados em nossa mente, muitos deles moldam nosso modo de viver a vida e a relação íntima com nós mesmos.
Como psicóloga tenho que reforçar o quanto a terapia pode ser um caminho muito interessante para buscar entender esses rótulos, descartar os inadequados e fortalecer dentro de nós os “bons” como “educada, animada, interessante”, pois muitas vezes ignoramos os bons rotulos acreditando que eles não são para gente… sempre pensando que quem faz todas essas escolhas é o Sujeito.
Um olhar, mesmo que rápido, para nós mesmas dia a dia faz com que as descobertas sejam incríveis!
E Cinthya, é uma experiência incrível ver a forma simples e delicada q vc aborda temas que movimentam o interno de tantas pessoas!
Beijos
23 de abril de 2012 às 16:37
Pois sabe, a maior parte da minha vida eu fui exatamente aquilo que os outros sempre disseram, ou pior, sempre esperaram que eu fosse. Somente agora, depois de jogar tudo para o alto, cair muito fundo, me machucar para valer e ter todas as cicatrizes para provar, eu finalmente sinto que estou no meu próprio caminho. Ainda no comecinho dessa estrada, acho que tenho muito o que errar e mais cicatrizes para acumular, mas pelo menos, eu sinto que finalmente começo a escrever a minha própria história.
Ótimo texto, Cinthya, como sempre. Beijos
23 de abril de 2012 às 16:06
Já ouvi muito na minha infância / adolescencia esse tipo de coisas e até concordava com a opinião das outras pessoas, mas depois que me tornei uma pessoa independente e mais madura, vi que tenho que ser o que eu quero ser e não oque os outros querem que eu seja! A frase da minha vida atualmente é: oque os outros pensam de mim é problema deles, não meu!
23 de abril de 2012 às 16:02
A última frase diz tudo! bjs.
23 de abril de 2012 às 14:36
amo teu blog!
vc escreve com uma delicadeza incrível!
23 de abril de 2012 às 14:32
Caraca, vou imprimir e colocar na cabeceira da minha cama
chorei juro!
nessa fase de angustia onde sempre o que impera são os rotulos negativos, pejorativos , principalmente quando vem das pessoas que vc ama. acabam me deixando sem chão, sem perspectiva.
obrigada por esse incentivo
23 de abril de 2012 às 14:32
Terapia com Cinthya Rachel, ADORO!!! Bonitinha
))))
23 de abril de 2012 às 13:54
Exato! Eu lembro bem deste post…
23 de abril de 2012 às 13:37
Gostei muito do seu texto!
A gente acaba incorporando pra vida da gente o que os outros pensam de nós.
Estou numa fase de reflexão sobre a maneira que deixei várias pessoas me tratarem durante esses últimos anos.
Bjs!
23 de abril de 2012 às 09:58
Leila, vc tem toda a razão. Acho q tem um post aqui sobre isso, se nao me engano chama Espelho. A gente tb tem se enxergar como é de verdade.
23 de abril de 2012 às 09:56
E não é que é verdade?? Mas temos que lembrar que muitas vezes nós rotulamos os outros tb.
bjos
Leila
23 de abril de 2012 às 09:49
Marcia, sei que é difícil, mas vc já tem consciência de que isso te faz mal e é errado, tenho certeza que vc vai sair dessa. Bj
23 de abril de 2012 às 09:48
Michelle, obrigada pela dica. Meninas, sei que é difícil ouvir uma coisa a vida inteira e tentar fugir disso, mas só o fato da gente ter consciência disso, é um início de mudança. Boa sorte para todas nós. Bjos
23 de abril de 2012 às 08:18
Perfeito!!!!
22 de abril de 2012 às 23:19
Adorei esse post. Depois de uma semana cansativa e
triste, é bom ler algo assim.
Bjo.
22 de abril de 2012 às 20:58
Muito bom, é isso mesmo. Não carrego o peso da loucura dos outros de jeito nenhum!
22 de abril de 2012 às 20:43
E pra se livrar destes rótulos? Pra mim os sentimentos, o que “construi” na minha vida, na minha personalidade, é tão difícil…
Mas nunca é tarde para mudar… Antes tarde, do que mais tarde :-p
Beijos.
22 de abril de 2012 às 20:40
Cyntia….estou lendo um livro sobre esse assunto. Vale a pena ler:
O livro se chama “Seus pontos fracos: livre-se das emoções inúteis e assuma o comando da sua vida” de Wayne W. Dyer. bjos
22 de abril de 2012 às 18:02
Oi Cinthya,
Obrigada, esse post foi feito pra mim! Mas….infelizmente a realidade não me deixa pensar dessa forma.
O que vc faz pra mudar essa situação de baixa estima se vc depende da sua família e é ela que te coloca pra baixo? Eu quero mudar, quero me sentir útil, mas ouvindo as coisas que eu ouço tá muito difícil.
Mesmo assim, obrigada pelas palavras.
Bjs
Marcia
22 de abril de 2012 às 14:33
Sensacional! Simples assim!
22 de abril de 2012 às 14:31
Vlw pelo texto, Cinthya! Adorei o incentivo! Ainda mais agora que estou numa fase meio down… =)
22 de abril de 2012 às 14:06
Muito bem colocado!!
22 de abril de 2012 às 12:52
Nossa, Cinthya!!
Tudo o que eu precisava ler!
Tem muitas atitudes minhas que são super criticadas, mas poucas são as críticas que me diminuem, me abalam!
Beijos e ótimo domingo!
22 de abril de 2012 às 11:31
Poxa Cinthynha,(ñ repara o diminuitivo,é coisa de baiano!!!rsrs)
concordo totalmente c vc é a mais pura verdade,ninguém é feito tão somente de defeitos ou qualidades,não podemos nos deixar “generalizar”. Somos um apanhado de nossas experências e o mais importante somos quem nós QUEREMOS ser. Afinal a escolha é somente nossa!!!
22 de abril de 2012 às 11:13
Bom dia Cinthya.
Você anda tocando fundo nas coisas que eu ando pensando.
Eu, mais do que ninguém, vivi e passei por isso. Mas antigamente apesar de ter um sentimento ruim sobre mim eu não me permitia desistir. Ouvir coisas ruins de quem não gosta de você, é ruim, mas até suportável. Mas quando vc ouve coisas de pessoas que vc confia e de quem vc ama, a coisa fica feia. O caldo entorna.
Eu tive que chegar ao fundo do poço pra poder buscar a minha auto estima e meu amor próprio, mas toda a vez que vejo alguém se perdendo me sinto na obrigação de falar: pára tudo!!! Você não precisa disso.
Beijos e bom domingo.
22 de abril de 2012 às 10:27
Oi querida!
Pos simples e na medida para o que eu precisava ler hoje. A gente sabe disso, mas, como lidar com essa mania de esquecer o óbvio? rs. Pela defesa da lembrança das obviedades necessárias! O texto me fez lembrar da música que usei na minha formatura, depois de muita indecisão; foi Who says, do John Mayer, que fala exatamente desses rótulos que a gente recebe, das formatações nas quais acabamos nos permitindo caber.
Já indiquei seu blog para várias pessoas exatamente por ser sem afetação!
Um bj e ótima semana!
Nayara.



















