postado por Cinthya Rachel às 9:10
17
abr

Faz muito tempo, muito mesmo, acho que pra lá de 15, 16 anos, que li uma frase muito intrigante num livro do Paulo Coelho (aliás não sei porque o povo acha brega, o cara ficou milionário escrevendo e isso merece meu respeito e aplauso), era algo como a diferença entre a paixão e o amor, de como mesmo você namorando, ou sendo casado, era possível se apaixonar todos os dias.

Na época achei a frase estranha, não entendi e ela me assustou, pois quando a gente é menina acha que paixão é para sempre, que aquele namoradinho vai durar eternamente. Hoje acho que compreendo melhor e concordo. Paixão é uma força, é uma energia que te move, que te faz sentir vivo, que te dá vontade e um motivo para acordar todos os dias.

Quando a gente fala em paixão, erroneamente muitas vezes associa diretamente a algo sexual ou erótico, e nem sempre é assim. Claro, você se apaixonar por um livro, por um trabalho, projeto, cidade, cheiro, e isso não seria associado a princípio a algo físico/ sexual. Mas hoje acredito que realmente é possível você se apaixonar por pessoas, e isso não estar ligado a algo “uhhh mamãe”.

Você pode se apaixonar pela inteligência, pela beleza, pelo jeito, por uma qualidade, e isso não quer dizer que você vai abandonar seu namorado e se jogar nos braços de outro só porque o fulano tem sei lá, o ombro (?) mais sexy que você já viu, ou a ideia mais interessante que você escutou nos últimos tempos.

É normal, natural, saudável e necessário se apaixonar todos os dias, a questão é o que você faz com essa paixão.

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