postado por Cinthya Rachel às 8:30
27
mar

Aí você tem uns 12, 13 anos, quando começa a ser apresentada ao mundos dos filmes românticos. Uns anos mais tarde se pega suspirando. Outros mais, e você imagina um dia encontrar o príncipe encantado e dormir de conchinha. Aí você finalmente tem idade legal pra realizar a fantasia que estava na sua mente. E descobre que dormir de conchinha é, bem, como dizer, sufocante.

Você fica lá, toda amassada e espremida debaixo de um braço que parece ter 10 toneladas, tem medo de se mexer e acordar o outro, sentindo todo aquele bafo quente na orelha, que depois de meia hora já não parece nada sensual, e toda sua atenção e energia é voltada para continuar respirando, sobrevivendo àquela longa noite, que claro, você vai passar em branco.

Bom mesmo é dormir esparramada, atravessada na cama, em diagonal de preferência. Roubar o lençol do outro e um pedaço do travesseiro é a glória.

Dormir de conchinha é hiperestimado na nossa sociedade, e isso é culpa de Hollywood.

E digo mais, dormir de conchinha não é para os fracos, é coisa pra macho!

Imagem daqui




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