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Um dos meus maiores traumas de infância não foi cair da bicicleta, quebrar o braço e ninguém acreditar. Me fizeram dormir com ele quebrado, fui pra aula no outro dia, e quando cheguei em casa ele estava roxo e inchado, aí me levaram no ortopedista, até lembro o nome, Dr. Cippola, e bem, estava quebrado. Uns meses no gesso, um cotovelo meio torto até hoje, mas sobrevivi.
Um dos meus maiores traumas de infância não foi andar no porta malas da Caravan do meu pai – carro que eu AMAVA e a gente chamava carinhosamente de banheira-, claro que com a porta aberta e sem cinto pelas ruas de São Paulo (oh, anos 80), e perder um sapato no meio do caminho.
Um dos meus maiores traumas de infância não foi uma mulher me dizendo que eu tinha uma “beleza diferente”, e elogiando outra criancinha do lado.
Um dos meus maiores traumas de infância não foi acordar todos os dias com o raio daquela vinheta na rádio: “vambora vambora, tá na hora, vambora, vambora”, a las 6 de la matina.
Um dos meus maiores traumas de infância não foi minha irmã sempre tentar usar as minhas roupas e sapatos novos antes de mim.
Um dos meus maiores traumas de infância não foi perder a excursão ao planetário pois era dia de gravação (aliás, só consegui ir ao planetário pela primeira vez na vida durante a viagem em janeiro).
Um dos meus maiores traumas de infância não foi achar que eu fosse morrer, após engasgar repetidas e incontáveis vezes com a bala Soft, da roxinha, claro.
Um dos meus maiores traumas da minha doce e já um pouco distante infância foi minha mãe não me deixar tomar aquele suquinho azul radioativo que vendia na feira dentro de um revólverzinho de plástico.
26 de agosto de 2012 às 21:40
Muito legal esse texto, meu maior trauma de infância foi não poder ter aqueles tênis que acendiam uma luzinha, minha mãe dizia que era de menino, mas eu achava um barato rsrsrs.
bjos!
30 de julho de 2012 às 17:05
meu maior trauma foi nunca poder andar de roller pq minha mãe achava que com minhas pernas de graveto eu ia me quebrar toda! kkkkk
17 de junho de 2012 às 23:14
Meu trauma de infância foi nunk ter tido um laser daqueles q os meninos miravam na nossa cara no intervalo rsrsrs
Adorei o seu texto!!!!
Ha o suquinho e horrivellllllllll
12 de abril de 2012 às 17:27
Cami, hahahah. Boa história. Bj
12 de abril de 2012 às 11:11
Ai, essa foto eu tive que lembrar de uma vez que você participou do Programa Livre, já na era pós-Tang e um rapaz te fez uma pergunta:
- Gostaria de saber se depois de tanto comercial você não enjoou de tomar Tang…
Foi uma risadaria geral, e eu ri mto em frente a TV também. Engraçado como a gente guarda certas coisas, né?
Beijo!
11 de abril de 2012 às 21:38
Ai que fofo o seu blog, adorei, parabéns!
5 de abril de 2012 às 12:18
Aline <3 bj
5 de abril de 2012 às 11:45
Eu amei seu blog, uma amiga me apresentou um dos seus textos e eles são simplesmente incríveis.
São tipo aquelas coisas que todos pensamos e nunca falamos.
Você coloca isso em letras duma forma mágica!
Amei
Parabéns!!!
23 de março de 2012 às 16:09
Nana, ai que fofa! Obrigada. Bjos
23 de março de 2012 às 16:07
Um dos meus maiores traumas era ser chamada de Garota Tang! Embora eu seja mais velha que você, eramos parecidas. E eu não gostava disso por nada! Até que te vi quando você tinha uns 15 anos, com um vestido pink e te achei linda. Pensei: quero parecer com ela!!! Hoje em dia não nos parecemos mais mas até hoje tem gente que me chama de Tang. Morro de orgulho!
P.S: Adoro seu blog
22 de março de 2012 às 22:53
Ghata, se te fizer feliz, eu tenho um suquinho desses, só que de jacaré e vermelhinho aqui na minha geladeira. É so pegar rsrsr!! E ainda vem o bonus de estar geladinho. Porque na feira, eu costumava tomar morno mesmo e assim, morrer de dor de barriga, antes mesmo de chagar em casa rsrsrs!!!
22 de março de 2012 às 17:29
Nossa! Eu adorava aquelas balinhas, já o suco nunca tive vontade de experimentar. Achava estranho!
22 de março de 2012 às 17:27
Você tá tão bonitinha na foto! Lendo este texto me deu saudade da minha infância!
22 de março de 2012 às 17:00
Luiza, brigada. Claro, o Alvaro. Bjos
22 de março de 2012 às 16:58
Nossa, que lindinha você!! Te conheci só mais velha no castelo, alias meu professor fez a Celeste, você conheceu ele?
20 de março de 2012 às 20:17
kkkkkk eu tomei escondido umas vezes na escola e ficava com a língua e um bigodão azul de tanto corante que tinha naquilo!
19 de março de 2012 às 16:58
Nossa!!! Achei que só a minha mãe não deixava eu tomar aqueles sucos. Me identifiquei muito!
18 de março de 2012 às 22:59
Nossa! Me identifiquei com várias coisas que vc citou, principalmente com a bala soft, que furtei da gaveta da minha bisavó e quase morri e com a caravan da minha avó!!!! Era marrom e amávamos aquela banheira! Bjs!




















